<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082</id><updated>2012-02-16T09:19:20.820-03:00</updated><title type='text'>Lontra Boi</title><subtitle type='html'>lontra boi, animal mítico moderno vai ao cinema uma vez por semana, faz download de coisas erradas e não sabe como construir um blog perfeito. ainda assim se mantem amoroso, constroí barricadas em rios impossíveis e escreve horas e horas a fio.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-4760576876595475761</id><published>2008-12-07T18:25:00.000-03:00</published><updated>2008-12-07T18:30:13.077-03:00</updated><title type='text'>mudança de visinhaça</title><content type='html'>então ontem eu tava editando um novo post e fiquei muito puta da vida com o blogger, portanto, aproveitando um novo mundo de possibilidades eu mudei de endereço para o Wordpress, tive pensando por um longo tempo e finalmente decidi. Não acho que existam pessoas o suficiente lendo isso para que elas se irretem e portanto, antes tarde do que nunca me vou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;novo endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family: lucida grande;"&gt;http://lontraboi.wordpress.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-4760576876595475761?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/4760576876595475761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=4760576876595475761' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/4760576876595475761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/4760576876595475761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/12/mudana-de-visinhaa.html' title='mudança de visinhaça'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-8365803657450034538</id><published>2008-10-28T00:26:00.006-03:00</published><updated>2009-07-16T01:09:36.480-03:00</updated><title type='text'>Maria Taylor a Rainha Indie</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SQaJibOFMSI/AAAAAAAAAGM/YSCoW6rJt8Q/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SQaJibOFMSI/AAAAAAAAAGM/YSCoW6rJt8Q/s320/untitled.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262044439144378658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;então esse post é mesmo porque tenho ouvido os dois discos da maria Taylor demais da conta desde que a descobri numa dessas rádios da vida, então escrevi uma bio dela no lastfm e por isso estou postando aqui também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Taylor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantora e compositora norte-americana, nascida em Birmingham, Alabama, em 21 de Maio de 1976. Começou sua carreira ainda muito jovem, com 15 anos, na banda Little red rocket, na qual lançou dois álbuns. Depois a banda se desfez porque a gravadora pela qual estavam assinadas se tornou parte do Universal Group (grupo da gravadora universal que agora possuí outros selos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela então formou o duo Azure Ray com Orenda Fink a amiga que conheçou com 15 anos nas escola de artes. Elas saíram de Birmigham em direção a Athens, Georgia e de lá pra Omaha, Nebraska onde encontraram um lugar no cenário músical como duo anti-folk e, as vezes, minimalista eletrônico. O Azure Ray lançou três discos, O homônimo, Azure Ray 2001, Burn and Shiver 2001 e Hold on Love 2003. É durante a parceria com Fink que a música de Maria Taylor tem sua maior evolução, afinal elas cresceram juntas! Em meio ao revival folk e a enorme cena musical de Omaha o som do Azure Ray virou sinônimo de som original, formando um conjunto de músicas altamente experimentais com uma temática romantica nas letras. Elas se separaram, posteriormente, para produzir seus discos solo. Emboram perpetuem como colaboradoras da gravadora Saddle Creek, com artistas como Moby, Bright Eyes e especialmente Now it’s overhead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da separação nasceu o 11:11, primeiro disco da Maria Taylor, lançado em 2005. Nele a música ‘song beneath the song’ teve grande reconhecimento públlico, por ter sido parte da trilha sonora de Grey’s anatomy, seriado americano. Além dela o disco ainda contém outras, igualmente delicadas e atraentes como two of those two , as vezes estranhas e próprias de Taylor, como Xanax ” That one was very literal, about everything I’m afraid of. I take medicine for anxiety”, “essa é bastante literal, sobre tudo o que eu tenho medo. eu tomo medicamento pra ansiedade” afirma Maria para uma revista. O 11:11 ainda tem Speak Easy uma música doce e de levado folk, mais uma tendência das suas canções e uma declaração de amor para os ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007 foi lançado o Little Teeter Flower que levou as cançãoes de Taylor para um público mais amplo por ter encaixado canções como trilha sonora de seriados famosos. Clean getway e No stars se destacam como ´música guiadas pelo violão sonoramente e pela delicadeza das músicas. Good start, Replay e Irish goodbye são outras extraordinárias músicas que estão no mesmo disco mas separam-se sonoramente de Clen getway e No Stars porque essas últimas experimentam novamente com outras influências como batidas eletronicas, superioridade do teclado/piano no arranjo e até um ritmo mais dançante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-8365803657450034538?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/8365803657450034538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=8365803657450034538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/8365803657450034538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/8365803657450034538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/10/maria-taylor-rainha-indie.html' title='Maria Taylor a Rainha Indie'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SQaJibOFMSI/AAAAAAAAAGM/YSCoW6rJt8Q/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-8290361296682654215</id><published>2008-10-09T19:13:00.001-03:00</published><updated>2008-10-09T20:00:03.909-03:00</updated><title type='text'>Será que a culpa é mesmo do Fidel?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SO6JUzAxnuI/AAAAAAAAAFI/bMje-tNbnJ0/s1600-h/lafauteaf_f01cor_2007110100.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SO6JUzAxnuI/AAAAAAAAAFI/bMje-tNbnJ0/s400/lafauteaf_f01cor_2007110100.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255288805571796706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;A culpa é de Fidel?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; A grande vantagem do cinema em relação as outras artes é facilidade com a qual relacionarmos com as personagens, quer dizer, eles não são exatamente como nós, nem as situação exatamente como as que passamos - se bem que as vezes até são, mas enfim.... na maioria das vezes não – mas mesmo assim, em alguns detalhes por algumas nuances nos tocam profundamente, as vezes por lembrar-nos de algo ou as vezes por encontrarem um lugar no nosso inconsciente em que uma certa palavra, um gesto, um diálogo nos toque de tal maneira que seja impossível pra nós não nos emocionarmos. É por isso que todas as vezes que escrevo uma resenha de filme, um comentário, acabo fazendo parábolas, recontando história, porque mais do que boas cenas, atores bons, bem dirigidos e uma ótima fotografia, o fundamental pra mim, é que o filme &lt;i&gt;fale&lt;/i&gt; comigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;   &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; Acho que essa é a minha maneira de escrever sobre filmes - mais do que uma tentativa de explicar porque vale a pena ver esse ou aquele filme - acabo escrevendo sobre aqueles que tocam meu coração, o mais recente nesse caso é &lt;b&gt;A culpa é de Fidel&lt;/b&gt; ( La fault à Fidel França, 2006) a hist´roia de uma menina Ana( Nina Kervel-Bay) uma menina de de 9 anos de idade, classe média, que estuda num colégio de freiras e vê sua vida transformada completamente visita da sua tia  que saiu fugida da Espanha após a morte do marido, Quino, durante a ditadura de Franco.  A vinda da irmã e a morte do cunhado provoca uma transformação no pai da menina, Fernando della Mesa ( &lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Stefano Accorsi &lt;/span&gt;)que a resolve ir à América do sul, mais precisamente, ao Chile onde se torna um ativo apoiador de salvador Allende, então em busca de ser eleito presidente. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; Para a infelicidade da menina as mudanças não atingiram apenas o pai, sua mãe  Marie della Mesa (&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Julie Depardieu&lt;/span&gt; ) que deixa de ser escritora da Marie-clair para entrevistar mulheres para escrever um livro sobre aborto. Tudo da vida de Ana vira de cabeça pra baixo, seus pais se mudam para um apartamento menor, tiram-na da aula de religião (uma das suas prediletas) e sua vida vai de mal a pior. Os pais demitem a baba exilada Cubada porque ela fala mal dos comunistas pra Ana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não preciso dizer que com essa mudança repentina as reações de Ana não são lá as mais tranquilas, ver a sua casa cheia de pessoas estranhas, de “barbudos vermelhos” é a visão do inferno para a pequena Ana, que desesperada luta para sobreviver a tantas mudanças sem nunca deixar de refletir sobre elas. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; O filme não segue o modelo filme-sobre-criança, pelo contrário, a uma atuação forte de Nina Kervel mostra que um filme pode sim ser centrado em uma personagem que tem menos de 10 anos e ainda assim não ser infantil. A direção de Julie Gravas da atuação dela também é fantástico. Um filme que soou o sino pra fazer uma comparação foi “ o ano em que meus pais saíram de férias”( Cao Hamburguer, Brasil, 2006) embora as histórias sejam diferentes ambos estão centrados na visão das crianças do que acontece com elas e no caso de A culpa é de Fidel é a atuação de Nina no papel de Ana que faz a diferença. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; O filme atinge um nível de reflexão impressionante e as vezes irônico, mas o seu final, ele sim vale a pena, e não aqui contar os pormenores, cada um que descubra, certo é que A culpa é de Fidel é um filme generoso com o expectador, nos dá espaço pra entrar no filme, para compreender os conflitos de Anna como se fossem os nossos e porque não dizer é um retrato compatível daqueles cuja história de vida teve seu rumo mudado na tentativa de se solidarizar com os outros. Durante os desafios que a história proporcionou às pessoas, que por incrível que pareça, 30 anos depois do período que é retratado no filme, ainda oferece. É uma história sobre como lidar com os pequenos conflitos enquanto os grandes estão nos assombrando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; Talvez seja culpa do Fidel ou talvez seja exatamente o contrário disso. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-8290361296682654215?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/8290361296682654215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=8290361296682654215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/8290361296682654215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/8290361296682654215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/10/ser-que-culpa-mesmo-do-fidel.html' title='Será que a culpa é mesmo do Fidel?'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SO6JUzAxnuI/AAAAAAAAAFI/bMje-tNbnJ0/s72-c/lafauteaf_f01cor_2007110100.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-7826378962060076801</id><published>2008-09-11T20:36:00.007-03:00</published><updated>2008-09-13T22:13:30.588-03:00</updated><title type='text'>NOTAS DE QUINTA</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I. Um, Dois, Três, Quatro ....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu não gosto postar de postar mais de uma vez por semana porque todo mundo sabe que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm0nffa4jI/AAAAAAAAAEw/fZaFiXYZJ5U/s1600-h/FEIST_COVER_LO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm0nffa4jI/AAAAAAAAAEw/fZaFiXYZJ5U/s200/FEIST_COVER_LO.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244921831610835506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;sse é apenas mais um vício que não vai nos levar a lugar alguma, (como assistir televisão, pão de queijo e coca-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;cola –&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; se bem que esses último podem sim te levar a obesidade mórbida). Me dei esse luxo porque em dois dias desde que esse boi que vos fala po&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;stou em sua casa mais do que uns fatos extraordinários aconteceram: o primeiro é que sim, essa Lontra já&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;screveu um artigo a Leslie Feist (na natimorta segunda edição de um jornal universitário e aqui também) e mesmo assim  ainda há o que escrever sobre a garota - efeito Feist - há sempre mais umas 500 palavras que podem ser gastas falando dela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vendo One Tree Hill essa semana descobri que "I fell  it all" tá na trilha de um episódio. Oooo mundo pequeno, até na gringolândia é assim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II. Il monstro, Mio Monstro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois, em mais uma temporada trabalhando numa galeria de arte a artista  acabou colocando como trilha sonora de um vídeo da exposição, uma música do Tom Waits. A despeito do que possam dizer, o homem &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm00ndxhKI/AAAAAAAAAE4/-e9hi789Is4/s1600-h/tom_waits.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm00ndxhKI/AAAAAAAAAE4/-e9hi789Is4/s200/tom_waits.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244922057089713314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;é fantástico.Não fui rata de sua discografia – esse privilégio da vida foi dado apenas ao Belle and Sebastian e olha que andamos claudicando ultimamente – mas o que ouvi, caramba...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Amanda me mandou "Alice" não lembro como e a música com o disco de mesmo nome, virou um vício. Tudo isso porque existem duas Alices na minha vida, uma protagonista de conto a ser terminado entre esse e o próximo milênio e uma filha minha venha a se chamar Alice.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;a href="file:///C:/Downloads/Gossip.Girl.S02E02.HDTV.XviD-2HD/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Alice do Tom, do Waits, é fenomenal, com uma voz baixo potente, ele diz: “and so a secret kiss, brings madness with the bless, and I'll think of this, untill I'm dead in my grave” não há paridade pra essa música. [Importante: Tem uma música do Tom no filme A vida Secreta das palavras da Isabel Coixet, também fenomenal, All the world is green.]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III. Birthday cards writer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Antes que acabe o dia, nada de parafrasear o filme mas acontece, lembrar que foi aniversário da Elisa e o cartão aniversário que escrevi pra ela foi umas melhores coisas que escrevi em muito tempo, talvez eu seja a escritora de cartões de aniversário das amigas ai ai, mas eu gostei dele e o melhor a aniversariante também. Minha parte predileta todavia...... é essa: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Que venham os quebradores de corações, as canções e os filmes ideais demais, se somos as última românticas que venham os trens e as nossas coisas prediletas, não nos perderemos, escreveremos cartas. O futuro, como era de se esperar requer paciência e no entanto eis que ele é, que está, que o ano se passa, que não te vejo a muitas semanas, que sinto falta de mim, de nós, de um mundo que já ficou pra traz, o próximo é fatal que seja teu."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Garanta um sem número de gargalhadas e conversas bobas e sérias. Gralhas além de fazer barulho sabem também voar. Somos umas gralhas juntas no início da manhã. Agora, agorinha mesmo, é alvorada e todas as luzes pintam os muros do mundo, o mundo tem muros (que coisa!) mas com o sol da manhã pintamos todo ele, com as nossas cores - procure no seu arsenal, suas armas, suas cores."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"conforme os anos vão se passando e tenho uns na sua frente, não cresce em nós como uma árvore de estômago como perpetuação da angústia adolescente. Ela se transforma em retidão. Não deixa de derramar as lágrimas pelas tristezas, elas se tornam mais salgadas e seguem direto pro mar, de onde elas vieram um dia, finalmente reestabelecemos nossa conexão com a imensidão - tu és imensa, nunca te esqueças disso, quando os espaços se tornarem pequenos inunde-os com as tuas forças extraordinárias, destrua os diques!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;IV. Purple Violets, o filme mais maduro&lt;span style="font-style: italic;"&gt; e melhor&lt;/span&gt; de Edward Burns.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nunca mais vejo filme sem ler sinopse: odiei AlLEGRO, alguém pode fazer o favor de espalhar por aí que Alegro é Alegr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm0_5ItgNI/AAAAAAAAAFA/2dakd7c1ohI/s1600-h/PURPLE-VIOLETS.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm0_5ItgNI/AAAAAAAAAFA/2dakd7c1ohI/s200/PURPLE-VIOLETS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244922250811769042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e em Italiano. É o fim dos filmes lineares, ao menos os dinamarqueses....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Vi essa sem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;an&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a Violetas Púrpuras do Edward Burns, sabe que eu gostei – tenho uma simpatia inexp&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;licável pela Selma Blair (acho que é porque ela tem o mesmo nome da minha professora de Francês de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;quando eu era pequena, gostavadela...)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabe como é, nada como uma história romantica sobre escritores e sua vida maravilhosa... ou não. No filme, a escritora/moçinha Patti (personagem da Blair), a típica escritora-de-um-romance-só que deixa de escrever e se torna corretora de imóveis ,  trabalho tão frustrante quanto sua própria vida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um dia Patti sae pra jantar com a melhor amiga Kate (Debra Messing) e elas reencontram no restaurante dois antigos namorados, dos quais Brian, (Patrick Wilson)  seu ex, é agora um novelista Best-Seller que deseja se tornar escritor sério e está publicando um romance.  O de Kate é Murphy (Edwards Burns) um advogado recuperado do alcóolismo que deseja mais do que tudo se desculpar por uma "possível" pulada de cerca quando os dois eram namorados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Talvez eu seja parte do público-alvo desse tipo de  filme, porque os escritores me interessam muitíssimo, e adorei a história desse. Não vou entregar o resto da história, mas minhas high lights, se é que podemos chamá-las assim, são as tomadas de Blair na praia, no início do filme, a trilha sonora que tem até kings of convenience e Burns que dirige um filme genuíno,  delicado e  conciso. Bem melhor do que Paixões em de NY, o último que tinha visto dele. Keep it simple, baby!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;se....... Eu cansei, tu casaste, nós cansamos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ciao amore!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-7826378962060076801?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/7826378962060076801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=7826378962060076801' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/7826378962060076801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/7826378962060076801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/09/notas-de-quinta.html' title='NOTAS DE QUINTA'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMm0nffa4jI/AAAAAAAAAEw/fZaFiXYZJ5U/s72-c/FEIST_COVER_LO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-333448760953158284</id><published>2008-09-08T22:30:00.005-03:00</published><updated>2008-09-11T18:41:26.433-03:00</updated><title type='text'>A Incrível Feist</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMXU7c4mjSI/AAAAAAAAAEI/VOBIyDlt60o/s1600-h/FEIST3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMXU7c4mjSI/AAAAAAAAAEI/VOBIyDlt60o/s320/FEIST3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243831458973781282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não queria imitar todo mundo e escrever sobre a Feist na ocasião do lançamento do Reminder, último cd dela.  Mas numa segunda-feira preguiçosa eu tenho que guardar um tempo especial pra ela, uma vez que vi uma gravação de the build up dela e do Kings of Convenience recente no youtube e meu vício por ela voltou de uma vez só.&lt;br /&gt;É verdade que a primeira música dela que eu ouvi foi de fato build up, porque naquela época era Kings que tocava o dia inteiro na minha cabeça e em todos os aparelhos de som fora dela. Mas the buil up era tão extraordinária que não pude deixar de procuraras outras músicas dela. Daí descobri que ela era a dona da voz de Mushaboom, que tocava na propaganda da Lacoste e de outras músicas por aí. Virei fã dela. Se eu fosse uma rock star eu queria ser a Feist.&lt;br /&gt;Cantora Canadense que começou a carreira como vocalista de uma banda punk, Leslie Feist começou na sua carreira solo a fazer sucesso na frança, onde morou por quase cinco anos,  onde primeiro lançou o álbum Monarch (lay your jewelled down head) - 1999, depois o Let it Die - 2004 (por muito tempo o meu absoluto predileto, o Open Season - 2006 e finalmente o que a fez estourar no meio The Reminder – 2007.&lt;br /&gt;Além de uma grande artista, ela também é conhecida pelos seus trabalhos cooperativos com outras bandas e artistas. Dessas participações gosto de destacar a no Broken Social Scene da qual nasce uma das minhas músicas prediletas cantadas por ela, Lover's Split. Claro que além de BSS eu tenho que voltar a falar de Kings, porque além de Build Up, ela ainda gravou com eles Know How, além das apresentações ao vivo, das quais podemos arrancar uma versão acústica fantástica de The Water, com direito a participação do duo norueguês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último deixe me dizer que Feist não parece sonoramente com Regina Spektor e nem com Cat Power – simmmmmmmm, eu já li isso, como é que pode? - Ela tem uma maneira única de tocar e cantar suas músicas, poética e dramática ao mesmo tempo. Com a mesma intensidade. Sua voz fina e rouco arrepiando nossa nuca quando ouvimos Feist deitados no chão na maior altura do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMXVUqMcG-I/AAAAAAAAAEQ/88--y3aO_EQ/s1600-h/Feist33.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMXVUqMcG-I/AAAAAAAAAEQ/88--y3aO_EQ/s200/Feist33.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243831892043373538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando sair um novo disco vou tá na fila para comprar..... e até vou ouvir de novo todas as músicas que eu tiver dela, e vou sofrer, porque vê-la ao vivo tá difícil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-333448760953158284?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/333448760953158284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=333448760953158284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/333448760953158284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/333448760953158284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/09/incrvel-feist.html' title='A Incrível Feist'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMXU7c4mjSI/AAAAAAAAAEI/VOBIyDlt60o/s72-c/FEIST3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-3330229749733041576</id><published>2008-09-08T21:00:00.002-03:00</published><updated>2008-09-08T21:06:11.380-03:00</updated><title type='text'>Segunda-feira / One tree Hill</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW9q7vxEZI/AAAAAAAAAD4/dq4hLmophaI/s1600-h/one_tree_hill.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW9q7vxEZI/AAAAAAAAAD4/dq4hLmophaI/s200/one_tree_hill.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243805886433005970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Resolvi postar o seguinte texto porque não gosto, necessariamente, de ser hipócrita. Pensei muito antes de escrever isso porque pega mal escrever sobre televisão, parece que quando chegamos a falar sobre os programas de tv, especialmente se eles são americanos, cometemos uma espécie de sacrilégio intelectual, é uma vergonha admitir que passamos uma, duas ou até mais horas na frente da televisão. A opção por não ser hipócrita é portanto a admissão de que passo sim horas e horas assistindo tv e que em grande parte desse tempo acho que estou assistindo muita televisão. Mas se estou assistindo e especialmente se gosto do que vejo, não acho muito absurdo falar sobre isso o que implica em pensar sobre isso.&lt;br /&gt; Assim chegamos a one tree hill (2003 - ) o seriado americano em questão. Quando começei a assistir, comecei por causa do basquete, dos irmãos inimigos e da Moira Kelley. O enredo da série é aquele arroz com feijão dos seriados: Há um jovem solitário Lucas Scott (Chad Michel Murray ) que além de poético e sonhador também desejava jogar basquete pelo time do colégio, o Ravens. &lt;br /&gt; Porém ao fazer isso ele começa a ter que enfrentar a rejeição de seu pai Dan Scott ( ) que o abandonara quando ele ainda era um bebe e seu meio irmão Nathan Scott (James Lafferty)  um típico atleta, orgulhoso e maldoso que humilha o meio irmão em todas as oportunidades que tem e além disso, namora uma tal Peyton Sawyer (Hilary Burton) – por quem imediatamente Lucas tem uma quedinha – uma jovem levemente perturbada pela morte recente de sua mãe e ausência de seu pai, que adora punk rock e arte.  Brooke Davis(Sophia Bush),  a típica abestalhada e superficial e Haley (Bethany Joy Lenz ) a meiga e tímida melhor amiga de Lucas.&lt;br /&gt; Não vou detalhar as temporadas todas porque é longo demais até pra minha própria prolexia. O que vale apena ressaltar é que, diferente de outros seriados, o protagonista de  tree hill, Lucas Scott é uma personagem interessante. Ele parte de um conflito à outro sem paradas nem para respirar. Dos seus problemas com o pai e o irmão ele passa aos problemas com as garotas da série, com seus próprios questionamentos existencialistas enquanto reflete sobre todos eles, ocasionalmente narrador da série ( abria os episódios com :Tennesse Williams escreveu: “Quando tantas pessoas estão solitárias quanto parecem, seria imperdoavelmente egoísta se sentir solitário sozinho” ), poético  e miserável. Poucos personagem de novelinhas adolescentes são escritores, mas nós – as pessoas que assistem – sabemos, sua inclinação para o drama transformou Lucas em escritor desde cedo.&lt;br /&gt; Entre uma temporada e outra, ficamos sabendo, muitas coisas aconteceram: Nathan foi  jogar basquete em uma universidade, com Haley, agora sua esposa, e o filho deles Jamie. Lucas,  que por causa de seu problema cardíaco não pode mais jogar basquete, se torna assistente de técnico do time para o qual Nathan joga. Os irmãos agora são amigos próximos. Ele ainda namorava com Peyton mas eles se separam quando ela não aceita o pedido dele de casamento porque quer perseguir a carreira de produtora musical numa grande gravadora de Los Angeles. Brooke se torna uma jovem milionária quando cria uma companhia de moda.&lt;br /&gt; Na atual temporada, que já terminou nos Estados Unidos,  a quinta, os personagens que tinham se separado para seguir seus destinos diferentes no final da temporada anterior e com os quais tantas coisas aconteceram voltam a se encontrar em Tree Hill. Lucas publica seu primeiro livro e ao mesmo tempo se apaixona por sua editora Lindsey, embora não consiga se inspirar pra escrever outro e junto se torna o novo técnico do time de basquete da escola, o Ravens, o mesmo qual tinha sido jogador anos antes. Nathan sofre um acidente e fica preso a uma cadeira de rodas por causa de um ferimento na coluna, Peyton volta a Tree Hill  porque se desilude com LA e porque deseja se reencontrar com Lucas. Haley se torna a professora de inglês da escola. Brooke também retorna buscando uma fuga de sua mãe manipuladora e para apoiar Peyton.&lt;br /&gt; Os elementos mais atraentes, além dos supracitados, são uma escolha muito feliz da triha sonora, que por exemplo, na primeira temporada, tinha o Final Straw do Snow Patrol e no final dessa atual uma música chamada “Down Hill From here” de uma desconhecida chamada Amy Keuney.&lt;br /&gt;  Além da trilha, do Lucas Scott e da Peyton Sawyer e das referências à literatura como algo importante – o que escapa a grande maioria da população americana -  Tree Hill tem uma atmosfera   que apesar de ser ficcional,  parece falar com a gente.  Melhor que isso,  depois de tantas temporadas, parece melhorar com o tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-3330229749733041576?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/3330229749733041576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=3330229749733041576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/3330229749733041576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/3330229749733041576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/09/segunda-feira-one-tree-hill.html' title='Segunda-feira / One tree Hill'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW9q7vxEZI/AAAAAAAAAD4/dq4hLmophaI/s72-c/one_tree_hill.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-4509085689293892775</id><published>2008-07-14T22:47:00.008-03:00</published><updated>2008-07-14T23:26:58.478-03:00</updated><title type='text'>Trilha Sonora</title><content type='html'>Como eu postei anteriormente sobre Blueberry nights eu resolvi escrever agora sobre os álbuns recém – lançados pelas duas cantoras que aparecem no filme: o “Not to Late” da Norah Jones e o “&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Jukebox” da Cat Power.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Primeiro, vamos ao Not too Late porque é exatamente esse que estou ouvindo exatamente nesse momento, o que quer dizer entre outras coisas que estou adorando o disco. Num certo sentido sempre adorei os trabalhos da Norah Jones, desde “&lt;b&gt;Come Away With Me” &lt;/b&gt;de 2002,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;naquela época eu era uma &lt;i&gt;aspirante &lt;/i&gt;– e lá vou eu de novo tentando implicar subjetividade ao gosto e à boa música -  aspirante a tudo que se pod&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e imaginar, quando ouvi Norah Jones eu tinha 18 anos dois anos mais nova que a própria Norah e eu adoro o disco até hoje, não importa quanta gente ouviu, em quantos filmes já saiu em trilha sonora e em quantas novelas a música tema apareceu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Not too Late – Norah Jones&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwIeItLzxI/AAAAAAAAAC0/FQCwFgXIfbc/s1600-h/lrg-17-norah-jones.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwIeItLzxI/AAAAAAAAAC0/FQCwFgXIfbc/s200/lrg-17-norah-jones.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223058981669031698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;              &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Depois de desse iní&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;cio de adoração eu o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;uvi o Feels Like Home sobre o qual um dia ponderarei longamente; mas como o objetivo é o Not too Late de  2007  acho que o importante é  que o Feles like Home é o caminho entre Come Away With Me e o Not too Late e isso já é dizer muito. Como não gostei muito do Feels nem me animei muito quando vi o Not Too Late, começando a vendar nos Estados Unidos, nem me perturbei muito. Meses depois tive um aniversário da amiga Elisa e comprei-o para da&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;r de presente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;Ela me falou que o álbum &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Not too Late &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;era perfeito e eu nem dei bola, meses depois, cá estou ouvindo sem parar cada uma das faixas e francamente as coisas que me incomodavam no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;Feels &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt;agora passam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style=""&gt; despercebida ainda que o disco tenha algumas músicas levadas para o Grass. Todas as canções do álbum mereceriam atenção especial:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;"Wish I Could" (Norah Jones, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Lee_Alexander&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Lee Alexander&lt;/a&gt;),"&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sinkin%27_Soon&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Sinkin' Soon&lt;/a&gt;" (Alexander, Jones), "The Sun Doesn't Like You" (Jones, Alexander),"&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Until_the_End_%28Norah_Jones%29&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Until the End&lt;/a&gt;" (Jones, Alexand&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;er),"Not My Friend" (Jones),"&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Thinking_About_You&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Thinking About You&lt;/a&gt;" (Jones, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ilhan_Ersahin&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Ilhan Ersahin&lt;/a&gt;),"Broken" (Jones, Alexander),"My Dear Country" (Jones), "Wake Me Up" (Jones, Alexander), "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Be_My_Somebody_%28song%29&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Be My Somebody&lt;/a&gt;" (Jones),"Little Room" (Jones),"Rosie's Lullaby" (Jones, Daru Oda), "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Not_Too_Late_%28song%29&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Not Too Late&lt;/a&gt;" (Jones, Alexander); mas só vou falar de Thinking About You porque é  a típica musica em que a voz de Norah Jones funciona perfeitamente, o arranjo é perfeito, piano, baixo, metais, bateria, lindo e Be My Somebody porque é Grass até umas horas mas é contagiante, no final das contas foi ela que eu terminei cantarolando no final do dia. O pior é que eu poderia adotar mais ou menos uma hora de comentários sobre as outras músicas, mas eu não tô ganhand&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;o po horas/escritas e nem vocês por horas perdidas lendo isso então. Comprem o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; álbum, ouçam o álbum e se tiverem desejo de pintar as vistas da casa de ocre e as paredes de azul vão ter certeza que foi o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Not too Late&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;que gerou essa vontade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Juke Box – Cat Power&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwJMSQ5dbI/AAAAAAAAAC8/R9skORhvW4g/s1600-h/CatPower_+Jukeboxxxxxxxxxxx+capaaaaaaaa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwJMSQ5dbI/AAAAAAAAAC8/R9skORhvW4g/s200/CatPower_+Jukeboxxxxxxxxxxx+capaaaaaaaa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223059774508725682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Embora eu já&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;tenha ouvido mais de uma vez que os shows da Cat Power – que dispensa apresentações – na fase bem deprê dela eram exatamente isso – &lt;i&gt;bem deprê!&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Eu que nunca fui num show dela então... nunca vi a coisa em si,  mas eu ouvia os discos e o que eu mais gostava neles era essa imersão em um turbilhão de sentimentos, confusos e díspares, tudo muito visceral, muito profundo, devastador. Quando ouvi então, que ela tinha deixado a fase depressiva p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ara trás, apesar de m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ais saudável pra ela, fiquei chateada porque nada era mais perfeito do que estar triste e ouvir Cat Power, na verdade ouvir Cat Power e sua guitarra (piano, violão qualquer coisa que ela tocasse) era a ratificação do estado depressivo e como eu acredito em pura realização de todos os estados da alma o que seria da minha tristeza sem Cat Power?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;Finalmente depois de muito resistir ouvi o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;The Greatest,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;2006, &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;o melhor disco dela de longe, musicalmente falando, ele funciona que é uma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; beleza, quero dizer, pela primeira vez a Cat tem músicas aproveitam toda a sua capacidade vocal que combinam com ela  melodicamente. Apesar de uma adaptação meio a contra-gosto – quero dizer com isso que acho o disco espetacular mesmo sem querer gostar dele – ouvi uma e outra vez e mais uma cem vezes desde aquele momento. Enfim eu me acostumei com uma Cat Power segura de si, com auto-estima e sofisticação – a propósito uma das principais músicas do filme Blueberry nights é justamente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;the greatest&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; que tem a letra mais fantástica que vi numa música em muito tempo: quero dizer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwJseQuJUI/AAAAAAAAADE/e7zdb_ZwuFo/s1600-h/catpower.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwJseQuJUI/AAAAAAAAADE/e7zdb_ZwuFo/s200/catpower.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223060327485023554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-size:78%;" &gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; "Once&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;I wanted to be the greatest, no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt; wind of waterfall could stall me,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:9;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;And then came the rush of the flood&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="font-style: italic; font-family: times new roman;" href="http://www.ultimate-guitar.com/tabs/c/cat_power/greatests_crd.htm" onclick="return false" onmouseout="tc('tip') "&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:9;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;Stars of night turned deep to dust. Melt me down".&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Justamente esse foi o disco que colocou a ultra powerful girl em todas as revistas, jornais e trilhas sonoras – as vezes penso que não era só as músicas depressivas dela que eu amava, mas também uma ilusão de que só eu e mais meia duzia de gatos pingados ouviam-na. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Foi assim que ouvi &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;Jukebox, 2008 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;– um pouco com vontade de ouvir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;The Covers Record&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de novo, mas com novas músicas, o que não aconteceu! - pus os meus fones de ouvido e ouvi o Jukebox – e me dei todo o direito de mudar de opinião quantas vezes achei necessário, e pense! Mudei mais de idéia do que cobra muda de pele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Então foi &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Metal heart &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;que fez meu mundo parar – uma música que lembra o rancor das músicas do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;You're Free&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; mas com toda vestida em uma absolutamente maravilhosa armadura musical. Depois cá pra nós, quem entre os mortais consegue fazer covers de Joni Mitchell (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt; a canção &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;Blue) Billie Holliday (don't explain)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt; e mais um Dylan aqui, um Hank Williams lá e fazer todos essas canções se tornarem algo tão dela, tão músicas da Cat Power, tão preciosas e únicas na sua voz rouca inegavelmente bela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Depois – ouvi a versão de luxo com aquelas musicas extras e acho que naked as you want não precisava de outras versões, entende? A versão do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;You're Free &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;é a que toca no meu coração por que diabos ela fez outra? Mas vá saber, talvez seja a que toca no coração dela também e ultimamente o coração dela mudou e suas canções também precisem de uma pequena mudança de direção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;font-family:georgia;" align="justify"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Bem é só isso por hoje, vou dar uma sumida porque tenho que estudar para a prova do mestrado... até lá, um grande abraço&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;font-family:georgia;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;da sua prolixa redatora Lontra-Boi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-4509085689293892775?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/4509085689293892775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=4509085689293892775' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/4509085689293892775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/4509085689293892775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/07/trilha-sonora.html' title='Trilha Sonora'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SHwIeItLzxI/AAAAAAAAAC0/FQCwFgXIfbc/s72-c/lrg-17-norah-jones.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7094228289049806082.post-2554876683886900492</id><published>2008-06-13T18:15:00.001-03:00</published><updated>2008-06-13T18:19:03.288-03:00</updated><title type='text'>My Blueberry Nights</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SFLjkC-205I/AAAAAAAAAB0/_Gfk3etgLGM/s1600-h/beijo-roubado-poster031.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SFLjkC-205I/AAAAAAAAAB0/_Gfk3etgLGM/s320/beijo-roubado-poster031.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211477927236391826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A primeira entrada desse blog vem sendo adiada a mais de uma ano. O &lt;b&gt;Lontra Boi&lt;/b&gt; deveria ser um lugar onde são postados comentários críticos sobre filmes vistos, livros lidos e discos ouvidos, mas eis que mais de uma ano se passou e um enorme volume de filmes foram vistos, livros lidos (mas nem tantos assim) e discos ouvidos mas sem que qualquer menção a eles aqui.  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como dizem, a oportunidade faz o ladrão e depois de um período enorme de filmes médios senti aquele frisson por um filme outra vez, daqueles que te enlouquecem porque o filme nunca entrará nos cinemas, não vai aparecer nas locadoras etc, etc. um filme suficientemente interessante para que fosse impossível não vê-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Foi assim que &lt;b&gt;Um Beijo Roubado &lt;/b&gt;( Qual é da tradução brasileira pra título de filme ein? &lt;b&gt;My Blueberry Nights – &lt;/b&gt;2007 – Wong Kar-Wai ) entrou na minha lista de filmes que valem a pena assistir. Vou ignorar o título em português para falar de Blueberry Nights, o primeiro filme falado em língua inglesa do diretor chinês Wong Kar-Wai. Esse último mais conhecido por ter dirigido os famosos Amor à Flor da Pele e 2046.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bluebery Nights é as história de uma desilusão amorosa levada as últimas conseqüências sem que isso seja necessariamente ruim. Elisabeth ( Norah Jones) é uma mulher que chega a um café em busca de seu amado, onde recebe, através do balconista Jeremy (Jude Law), a notícia de que ele e sua namorada, outra que não ela, estiveram ali uma noite atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tão de coração na mão quanto possível Elisabeth recorre a longas conversas com o atendente Jeremy que por sua vez é solicito em contar as histórias das diversas chaves que ele mantêm num pote no balcão. Pote esse que recebe outra chave, a de Elisabeth que não consegue devolver a chave para aquele antes amado do outro lado da rua.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como disse antes, é levada à cabo&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a imersão na desilusão amorosa de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Elisabeth se transforma numa jornada através dos Estados Unidos. Essa viajem tem algumas paradas e são nessas paradas, temperadas por pequenos postais escritos para Jeremy, que ela envia sem endereço de retorno.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A primeira dessas paradas é em Menphis onde Elisabeth trabalha num restaurante onde ela conhece um homem chamado Arnie, que afoga suas mágoas em doses cavalares de Whiskey enquanto sua ex-mulher, a quem ele ainda ama, Sue (Rachel Weiz) passeia sensualmente através do mesmo bar. Não dá para deixar de pensar que ela é uma mulher-diaba das músicas de Jazz do sul.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O desenlace dessa relação de amor e ódio entre Arnie e Sue é que põe Elisabeth na estrada novamente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em Las Vegas, o que acontece fica Vegas, ela reponde por apelido e serve mesas em um Cassino, onde se vê numa mesa quente de pôquer, na qual se destaca uma jogadora inveterada Leslie (Natalie Portman) que mesmo tendo perdido todo o seu dinheiro quer voltar ao jogo e aposta as economias de Beth contra seu carro.Como resultado de mais uma mão mal jogada Leslie passa a ser a companheira ideal de viajem para Beth.Como jogadora que é Leslie perpetua um blefe quando na verdade precisa de ajuda para reencontrar o pai, outro apostador.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não vou entregar o final porque não é do meu feitio, mas vale a pena ressaltar que por mais que ele siga os moldes de uma narrativa clássica de filme americano, é adorável até o fim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Blueberry que dá nome ao filme, é na verdade&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;uma torta que no bar de Jeremy, que ninguém escolhe e que ao final do dia tem que ser jogada fora. “não há nada de errado com aquela torta” e no momento em que ele está prestes a joga-la fora Elisabeth pede um pedaço. Não sabemos se ela escolhe a torta de amoras porque é a que ela mais gosta ou porque ela é aquela deixada para trás como ela mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Alguns dos elementos já vistos nos filmes de Kar-Wai reaparecem nesse filme: uma espécie de Voyerismo romântico em que obsevamos a vida das personagens através de vitrines; a monocrômia da lente e dos objetos em cena, aqui azuis e um pouco volta a Amor a flor da Pele na impossibilidade da concretização de um amor com a personagem de Jude Law. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não dá pra deixar de falar mesmo é do elenco do filme, recheado de bons atores e atrizes e que sozinho carrega a responsabilidade de ter começado a carreira de Norah Jones no cinema. Ela foi escolha única do diretor, que afirmou não querer nenhuma outra atriz para o papel. Ele inclusive não quis que ela fizesse aulas de atuação para que a personagem se aproximasse mais de características da própria Norah. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Embora não se trate de uma atuação escandalosamente soberba, ela sustenta bem sua persongem, emociona e conduz nossa curiosidade através de sua jornada, nada extraordinário poderíamos assentir,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;se não fosse outra a imagem da própria cantora que nos primeiros anos de carreira sofria de um excesso de timidez e que com o filme mostra ter realmente superado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Já Rachel Weiz e Natelie Portman mandam na tela todas as vezes que aparecem. Ainda que a Leslie de Portman seja muito mais real a Sue de Weiz pareça por vezes estereotipada. Talvez as três incluindo Elisabeth incorporam possibilidades de existência do ‘ser mulher’, da essência da feminilidade ao invés de serem apenas personagens. Dessa forma vimos a história de apenas uma delas, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;enquanto as outras apenas passam pelo caminho, como possibilidades. Ou ao contrário, Kar-Wai apresenta a Elisabeth em sua jornada, contrastes dela mesma, para que ela possa se afirmar pela imagem de outras. Ou talvez sejam as minhas próprias Blueberry nights cobrando seu preço....&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Antes de terminar, temos a música e uma participação de Cat Power como Katya; ter Norah Jones e Cat Power na trilha sonora de seu filme já é suficientemente fenomenal, tê-las atuando é algo singular, histórico. As música das duas, the greatest da Cat e The story da Norah são reincidentes no filme todas as vezes que há silêncio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Blueberry pode não ser o melhor de ninguém, nem do Kar-Wai, nem do Jude Law, da Norah Jones mas não acho que seja genial enquanto filme, mas é um recorte, um capítulo singular na vida de uma personagem pelo qual uma ou outra vez todo mundo sentiu. Não é uma torta de morango com creme e merengue, mas pra nossa sorte não é nenhuma torta de maça também.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7094228289049806082-2554876683886900492?l=lontraboi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lontraboi.blogspot.com/feeds/2554876683886900492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7094228289049806082&amp;postID=2554876683886900492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/2554876683886900492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7094228289049806082/posts/default/2554876683886900492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lontraboi.blogspot.com/2008/06/my-blueberry-nights.html' title='My Blueberry Nights'/><author><name>Maíra Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14501943198351259582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_P2s47IbbDYU/SMW5b82xBqI/AAAAAAAAADg/Db2CYHp46xA/S220/lontra.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_P2s47IbbDYU/SFLjkC-205I/AAAAAAAAAB0/_Gfk3etgLGM/s72-c/beijo-roubado-poster031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
